Sobre este blog

Apresento a vocês o meu “novo blog”, ou melhor, reformulado, porque o registro existe desde 2009, mas, eu nunca tratei da forma que deveria e todos os anos a minha meta era “começar a escrever” e compartilhar o meu conhecimento de alguma forma. Não preciso nem dizer que todos os finais dos anos, essa meta não era alcançada e eu me sentia muito mal com isso, por incrível que pareça este ano eu não coloquei na meta e já comecei com força total!!! Você vai encontrar alguns registros meus no histórico do WayBackMachine, mas decidi apagar tudo, e iniciar tudo novamente.

Qual foi a plataforma utilizada e porque escolhi

No passado, eu utilizei o Wordpress mas não obtive sucesso, principalmente porque eu precisava pagar mensalmente um serviço de hospedagem e isso me desmotivou muito. Vejam bem, não estou dizendo que a plataforma é ruim, pelo contrário, Wordpress é sensacional, acredito que é a principal plataforma de CMS, com uma comunidade sensacional, já me salvou de diversas “enrascadas” e até hoje eu recomendo para diversos clientes, principalmente porque você não precisa conhecer tecnicamente, a administração é intuitiva e com a quantidade de plugins e temas (pagos ou grátis) existentes, você praticamente não precisa se preocupar em desenvolver algo novo. Sendo assim, não considerei o Wordpress como uma alternativa.
Encontrei diversas plataformas sensacionais, como o próprio “Medium”, que tem uma base de leitores/usuários muito grande, encontrei também o “Ghost”, que eu testei e achei muito útil e simples de escrever. Fiz os testes com o “MiniBlog”, e achei sensacional, é uma arquitetura simples para entender, principalmente porque já conheço C#. Infelizmente todos os casos anteriores eu precisaria pagar a hospedagem (sendo cloud ou não), e eu não quero ter este compromisso neste momento.
Continuei a minha pesquisa e encontrei os “blogs estáticos”, a primeira plataforma que eu testei e eu gostei MUITO foi o “Hugo”, construído em Go, e a minha primeira atividade foi construir o tema para o blog e para isso utilizei alguns blogs que acho incríveis como “guia”, sendo eles o do “Willian Justen”, “Jessie Frazelle”, “Phil Haack” e o “Jeff Atwood”. Sou horrível para escolher cores e as fontes para o texto, e posso te dizer que estes blogs me ajudaram muito com isso.
O primeiro grande desafio era entender como construir o tema e conforme fui avançando na construção, encontrei algumas dificuldades, até que uma em especifico me TRAVOU completamente e eu acho SUPER importante ter disponível no meu blog, são os comentários, por padrão o Hugo permite utilizar o Disqus, e eu não quero nenhuma plataforma “freemium”, principalmente porque não quero que você tenha o constrangimento de abrir propagandas impróprias e principalmente que eu não tenha controle sobre o que estão inserindo no HTML/JS do meu site, por outro lado não quero pagar por um serviço que em momento nenhum deve gerar receita, encontrei “alguns comentários” de pessoas utilizando o Kaiju, mas novamente, precisaria de um server para isso, e as “outras propostas oferecidas para sistema de comentário” seria utilizando serviços de terceiros, sendo assim abandonei o Hugo e vi que não ofereceriam um suporte tão rápido para arquivos estáticos que outras plataformas estavam aceitando. A próxima plataforma que encontrei foi o “Jekyll” (nome derivado de uma série de livros “The strange case of Dr. Jekyll and Mr. Hyde”), plataforma construída em Ruby, e uma das mais utilizadas como blog estático, antes de migrar o tema que eu já havia construído, procurei pelas formas de comentários dentro da plataforma, e encontrei “um post do Phill” e achei SENSACIONAL a maneira que foi desenvolvida, resolvi testar, fiz alguns ajustes, um pull request para adicionar a análise de sentimento no comentário que está inserindo (eu já sei logo de cara se você está sendo grosso ou não comigo hehehe) e funcionou perfeitamente.
Para resumir a questão do comentário: você ao escrever o comentário, enviará um POST para uma Azure Function, ela faz toda a composição do Pull request, criando o arquivo YML, criando a mensagem do Pull request, realiza automaticamente uma chamada no Cognitive Services do Azure, para descobrir se é um comentário positivo ou negativo, e utilizando o pacote do OctoKit é enviado o Pull request no repositório do blog, pretendo escrever um pouco melhor sobre isso mais para frente, enquanto isso vocês conseguem ver “o post do Damien”.

Avaliar os comentários

Como um comentário nada mais é do que um pull request no repositório do blog, eu primeiramente vejo o score que o ACS reconheceu para o texto, e posteriormente faço a leitura do comentário em si, se existir algum conteúdo impróprio ou inadequado, eu simplesmente rejeito o pull request e nada acontece, caso contrário, eu aceito o pull request, e o processo de deploy automaticamente reconhece um commit novo na master e libera o comentário no site.

Onde estou hospedando

Para hospedagem eu inicialmente havia configurado o próprio GitHub pages, ele oferece suporte a custom domain, TLS/SSL e suporte ao Jekyll, porém, eu encontrei a Netlify, que além de me oferecer todos os recursos anteriores, também disponibiliza muitos builds por minuto, e eu achei a plataforma transparente relacionado aos builds que realiza, estou muito contente com o resultado que eles estão entregando, sendo que, a cada novo build enviam um e-mail automaticamente, se algum build quebrou, eles não publicam o site e notificam que o build quebrou, e eu também posso configurar outros ambientes, muito parecido ao ciclo de CI/CD (este particularmente eu não estou utilizando).

Conclusão

A construção do blog não foi fácil, principalmente porque eu busquei construir praticamente tudo do zero e fazendo por si só, mas posso dizer que o resultado foi surpreendente e eu gostei muito de como está construído.
Se ficaram com alguma dúvida ou com algo que eu poderia adicionar no texto, entrem em contato comigo pelos comentários :heartpulse:


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